Caso Maria Cintra

etseetcgif Saiba como foi o caso Maria Cintra, citado no post anterior, ocorrido em 1968.

Segue:

Na madrugada do dia 25 de agosto 1968, acontecia em Lins – SP, um dos incidentes mais curiosos ocorridos na história da Ufologia Brasileira.

No dia 24 de agosto, o médico de plantão do hospital Clemente Ferreira – que ficam a cinco quilômetros da cidade, e ainda diversos funcionários passou algum tempo contemplando a movimentação de uma estranha bola luminosa no céu. Por volta das 4h30min, à servente Maria José Cintra, que morava no hospital, estava em seu leito rezando um terço, como faz todos os dias ao se levantar.

Foi quando de repente ela escutou um barulho muito esquisito do lado de fora do hospital. “Era como se fosse a frenagem de um carro, abri a persiana e a janela e vi uma senhora parada diante do hospital,” disse Maria Cintra.

“Falei com a senhora pela janela e perguntei se ela queria ser internada, mas ela nada me respondeu. Então vesti minha capa, desci as escadas e abri a porta do hospital,” contou Maria José Cintra.

“Logo quando cheguei à portaria tornei a perguntar para a senhora se era caso de internação. A mulher enrolou a língua de tal forma que e não entendi absolutamente nada. Logo depois da minha pergunta à senhora me entregou uma garrafa linda, muito bem trabalhada e que brilhava intensamente. Fomos juntas até o bebedouro, que fica no saguão do hospital, e quando chegamos lá ela tirou, não sei de onde, uma caneca, encheu d’água e bebeu”, relatou Maria Cintra.

“Depois que a senhora bebeu a água ela ficou olhando para os carros do gerente e do médico que estava de plantão, que estavam estacionados na entrada do hospital. Saímos juntas dali, enquanto ela continuava a segurar a garrafa e a caneca numa de suas mãos já que com a outra ela batia no meu ombro emitindo o seguinte som: embaúra, embaúra,” explicou Maria Cintra.

Fazia muitos anos que Maria Cintra trabalhava no hospital e ela era muito querida por todos, mesmo ela sendo de origem muito humilde e mal sabendo assinar seu próprio nome ela sabia encantar as pessoas com seu jeito cativante.

O relato de Maria Cintra é de uma convicção impressionante, e ela ainda disse: “Ao invés de sair normalmente, a mulher entrou e saiu pelo canteiro. Foi nesta hora que percebi que havia um objeto estranho voando sobre chão. Este objeto parecia com uma pêra, e dentro dele havia outra pessoa, que deu a mão para a senhora poder entrar por uma abertura,” comentou Maria Cintra.

“O aparelho emitiu um som esquisito e se descolou verticalmente, quando cheguei à porta principal do hospital vi o objeto sumir e comecei a gritar de forma desesperada. Fiz um escândalo que fez com que todos do hospital acordassem, comecei a chorar muito e urinei na escadaria. Depois retornei para os meus aposentos toda encharcada, comecei a orar a Deus,” declarou Maria Cintra.

“Fiquei completamente perplexa com este incidente. Os Oficiais da Força Aérea Brasileira estiveram aqui e retiraram amostras do local onde o objeto estava, e depois as enviou para o instituto tecnológico de São José dos Campos. Passado um tempo observei que nem um tipo de vegetal voltou a crescer no local onde o aparelho pousou”, finalizou Maria José Cintra.

Fonte: CUB

Weslem

Weslem Andrade é formado em Artes plásticas pela Universidade Federal de Uberlândia. Virou pesquisador de Ufologia em 2001, após ter o que julga ser o seu principal avistamento ufológico. Tal experiência e engajamento em pesquisas, culminou com a criação do blog ETs & ETc..., em agosto de 2010.

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