35 Anos se Passaram do Maior Avistamento Coletivo Brasileiro

No último dia 06 de março completou-se exatos 35 anos que um objeto voador não identificado (OVNI), chocou mais de 20 mil pessoas de uma só vez, em um jogo de futebol, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

Na noite daquele sábado de 6 de março de 1982 o Operário, cinco anos depois de ser semifinalista do Campeonato Brasileiro, vencia o badalado Vasco por 2 a 0 na abertura da segunda fase da Taça de Ouro, como era chamada a competição nacional na época.

Crédito: Campo Grande News
Estádio Morenão | Crédito: Campo Grande News

Mas, o que os torcedores se lembram, mais do que os dois gols do centroavante Jones, foi o estranho objeto cilíndrico que cruzou o céu sobre o Estádio Morenão. Emitindo luzes fortes e extremamente silencioso, o ‘tal negócio’ passou por cerca de cinco segundos sobre o gramado, sem registros fotográficos ou filmagens.

O OVNI (Objeto Voador Não Identificado) se tornou parte do folclore campo-grandense. Até hoje veículos de informação de todos os lugares do mundo vêm à Capital com um único objetivo: apurar a história do disco voador.

Repórter do Campo Grande News, Paulo Nonato de Souza trabalhava no jogo do Morenão naquela noite e é direto: era algo fora da compreensão humana. “Não existia, em 1982, tecnologia adequada para reproduzir algo semelhante”, disse.

Souza, que perdeu a conta de quantas vezes precisa contar o que viu quando cita a colegas de profissão de outros lugares sua origem sul-mato-grossense, não deixa de brincar com a situação. “Dizem que o et apareceu e levou o futebol do Estado embora”, disse, referindo-se à atual situação dos clubes locais se comparado com aquele período.

O professor Ascanio Bottini, 57 anos, era um dos presentes ao Morenão e também acredita que a aparição foi de extra-terrestres. “Lembro que, do meu ângulo de visão, pareciam 4 tubos, dois acima e dois abaixo, em paralelo. Em cada extremidade uma luz forte. Estávamos concentrados na máquina que o Operário tinha quando começou um burburinho nas arquibancadas lotadas e os olhares saíram do gramado para o céu, para ver a outra máquina. Durante alguns segundos ficamos estáticos. Numa velocidade incalculável para nós, humanos, desapareceu. Quando me perguntam se acredito em disco voador, eu respondo: ‘Como não acreditar? Eu vi’”, disse.

O ufólogo (especialistas em estudo de alienígenas) Ademar Gevaerd veio na época a Campo Grande estudar o fenômeno. Ouviu relatos de aparições semelhantes não só em cidades vizinhas, como em todo o Mato Grosso do Sul e até em estados e países vizinhos. “Com certeza nós fomos visitados por uma outra forma de inteligência”, disse.

Gevaerd chegou a ganhar um prêmio de reconhecimento internacional no início dos anos 1990 pelo estudo do fenômeno, em que comprovou ter ocorrido em mais de 300 cidades na mesma semana. “Foi uma revoada de OVNIs”, disse.

Veja o vídeo em que Paulo Nonato de Souza conta o que viu naquele dia:


O OVNI Do Estádio Morenão por canaljoaomarcelo

 

Fonte: Campo Grande News

Confira também um documentário sobre o caso:

Weslem

Weslem Andrade é formado em Artes plásticas pela Universidade Federal de Uberlândia. Virou pesquisador de Ufologia em 2001, após ter o que julga ser o seu principal avistamento ufológico. Tal experiência e engajamento em pesquisas, culminou com a criação do blog ETs & ETc..., em agosto de 2010.

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