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EXCLUSIVO: “Funcionário da Marinha” compartilha relatos secretos de OVNIs / OSNIs (*Terceira Parte*)

em fevereiro 10 | em Ciência, Contato Imediato, Depoimentos, Mistério, Notícia | por | com 3 Comments

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marinha brasileiraATENÇÃO: Se você não leu a primeira parte, clique aqui e se não leu a segunda parte, clique aqui.

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Chegou até mim, anonimamente, relatos de um suposto funcionário da Marinha brasileira, o qual teria resolvido compartilhar com a sociedade, histórias de OVNIs/OSNIs alegadamente contidas em documentos oficiais classificados pela Marinha do Brasil. Segundo ele as informações estão em documentos oficiais e são altamente sigilosas.

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ATENÇÃO: Fomos contatados anonimamente, portanto não podemos atestar a autenticidade das informações e nem tampouco conhecemos este informante. Cabe a você leitor analisar os fatos e acreditar ou não. Quem sabe um dia as informações não cheguem até nós de forma aberta e não seja necessário preocuparmos com a segurança de nossas vidas e de nossos familiares, por conta disso…

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NOTA EXTREMAMENTE NECESSÁRIA: As informações contidas nos longos textos desta série não correspondem às ideias do autor deste blog, Weslem, e sim trata-se de informações e opiniões, verdadeiras ou não, de um suposto funcionário da Marinha que nos contatou anonimamente querendo dar seu depoimento. Confio no discernimento de cada leitor em interpretar, à sua maneira, todo o texto divulgado.

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Segue terceira parte dos relatos:

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CONTINUA… “Lembro-me de estar sentado na frente daquela papelada empoeirada e suja, amarelada, que havia sido engavetada naquela sala de arquivos, e que nem mesmo entravam para limpeza. Somente poucas altas patentes tinham acesso ali, quando necessário. Outras pessoas que tinham mais de 25 anos de serviço militar e que estavam ali no ofício comigo jamais sequer imaginaram que aquela sala era uma sala de arquivos e que continha arquivos tão incomuns. Ao ver aquela papelada pela primeira vez pensei se tratar de algo rotineiro, mas quando comecei ler os relatos, fiquei sem ação. No fim do expediente naquele dia, a alta patente que nos havia conduzido até aquele local, ao ver nossas expressões de perplexidade, disse uma frase que nunca mais irei esquecer: o mar é mais deles (dos objetos desconhecidos) do que nosso. Nem preciso dizer que nas primeiras noites daquele ofício tão incomum não pude dormir direito. 
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Em um dos relatórios se lê que dois marinheiros estavam no hangar do navio quando viram um objeto luminoso sair do mar e voar na direção oposta a eles numa velocidade incrível. Era noite estrelada, sem nuvens. Os dois, que estavam fumando na hora, correram para dentro de medo. O objeto luminoso, que devia medir, segundo eles, uns dez metros, no formato de uma bola de futebol americano (segundo descrição dos mesmos), retornou alguns minutos depois e ficou sobrevoando o navio, dando voltas por uns dois minutos até que subiu horizontalmente. Nesse tempo em que ficou dando voltas sobre o navio, eles ficaram observando o objeto com lunetas e binóculos. 

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Por fim, cerca de 15 homens viram o objeto se retirar em uma velocidade tão incrível que foi descrito como se tivesse “riscado o céu” e deixado atrás de si um rastro de “luz”, como se jorrasse dele faíscas ou coisa do tipo. Não me recordo completamente da descrição. Isso tudo ocorreu em 65 ou 66.
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Uma vez um oficial de alta patente contou-me em off de um grupo que voltava de um treinamento de uma semana em alto-mar e viram um “submarino” emergir das águas e voar ao lado deles, subindo em escalas até sumir no meio das nuvens. Segundo consta, eles não viram hélices ou asas, nem outro motor de propulsão que impulsionasse o aparelho rumo às nuvens. Imediatamente informaram seus superiores e questionaram se aquilo seria alguma arma americana ou soviética. Até hoje não temos notícia de que exista um submarino voador. Esse episódio deve ter ocorrido nos anos 60 ou 70.
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Nesse trabalho vi um relatório com fotos em preto e branco de três objetos achatados parados à proa do navio (durante a foto). Os marinheiros e o capitão do navio relataram que os objetos elevaram-se do mar e ficaram posicionados à proa. Como era um navio de guerra, que estava em treinamento, eles apontaram seus canhões para os objetos. Mas antes que lançassem, os três objetos em formação se elevaram rapidamente e depois voaram rumo ao litoral. Segundo eles os objetos não tinham luzes, mas emitiam um ruído, como o barulho forte do vento. Ainda segundo a descrição, os objetos não pareciam ter janelas ou portas, nem mesmo emendas. Era definitivamente sem entradas de qualquer tipo. Contudo, reagiram à ameaça, fugindo dela, demonstrando controle total sobre o objeto e sobre suas manobras repentinas. 
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Pelo que vi nas fotos, os objetos deveriam ter o tamanho de um micro-ônibus, eram achatados, realmente com o formato do famoso flying saucer, e estavam em formação de três, um no centro e um de cada lado. Lembro-me muito bem de ter lido neste relatório algo como “máquina voadora não-humana, continua sendo desconhecida pelos critérios atuais.” Isso foi há 50 anos, agora, ao meu ver, ainda continua sendo não-humana e desconhecida pelos critérios atuais. 
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Outro relatório que me recordo agora, é de luzes que viajavam em alta velocidade e foram vistas por várias embarcações no litoral sul brasileiro. Durante dias essas luzes foram relatadas, voando em formação ou não, e em um dos avistamentos foram visto até dez dessas luzes juntas. O relatório oficial foi de marinheiros de um cargueiro que vinha da Argentina, que foram acordados no meio da noite com uma luz que iluminava o navio como se fosse dia. O capitão havia saído para fumar  quando notou as luzes dançando no céu. À princípio ele foi inclinado a pensar que fossem uma esquadrilha de aviões, mas pelos movimentos e paradas bruscas, descobriu que aquelas luzes eram tudo, menos aviões. Segundo o relatório, as luzes subiam e desciam, em zigue-zague. Suas cores variavam e mudavam constantemente. Aquelas luzes foram vistas durante quase uma hora até que desapareceram instantaneamente, como se tivessem sido apagadas. Os marinheiros, impressionados pelo fato, já anunciaram o fato quando chegaram ao litoral e seus superiores pediram que relatassem por escrito – como acontecia muito geralmente nesses casos.
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Amigo Secreto (9 de fevereiro de 2015)”
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CONTINUA na quarta parte …

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