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EXCLUSIVO: “Funcionário da Marinha” compartilha relatos secretos de OVNIs / OSNIs (*Segunda Parte*)

em fevereiro 10 | em Ciência, Depoimentos, Mistério, Notícia | por | com 2 Comments

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ATENÇÃO: Se você não leu a primeira parte, clique aqui.

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Chegou até mim, anonimamente, relatos de um suposto funcionário da Marinha brasileira, o qual teria resolvido compartilhar com a sociedade, histórias de OVNIs/OSNIs alegadamente contidas em documentos oficiais classificados pela Marinha do Brasil. Segundo ele as informações estão em documentos oficiais e são altamente sigilosas.

ATENÇÃO: Fomos contatados anonimamente, portanto não podemos atestar a autenticidade das informações e nem tampouco conhecemos este informante. Cabe a você leitor analisar os fatos e acreditar ou não. Quem sabe um dia as informações não cheguem até nós de forma aberta e não seja necessário preocuparmos com a segurança de nossas vidas e de nossos familiares, por conta disso…

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NOTA EXTREMAMENTE NECESSÁRIA: As informações contidas nos longos textos desta série não correspondem às ideias do autor deste blog, Weslem, e sim trata-se de informações e opiniões, verdadeiras ou não, de um suposto funcionário da Marinha que nos contatou anonimamente querendo dar seu depoimento. Confio no discernimento de cada leitor em interpretar, à sua maneira, todo o texto divulgado.


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Segue segunda parte dos relatos:

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CONTINUA… “O que posso dizer é que há mais de uma década fui encarregado para escrever os relatos de marinheiros, oficiais e civis (que procurassem algum distrito Naval para relatar algum OVNI ou OSNI), descrevendo algum contato com um objeto voador não identificado ou objeto submarino desconhecido. No começo do serviço comecei muito cético. Sou evangélico de nascimento de uma igreja cristã bem tradicionalista, nada ligada a coisas sobrenaturais das igrejas menos ortodoxas, portanto eu nunca estive aberto a novidades do tipo.

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naviosPorém, um dia meu oficial-chefe me convidou a trabalhar em algo mais interno. Fui sem mesmo saber do que se tratava. Nem mesmo ele. Fui encaminhado a um outro oficial com o um ofício em mãos para que meu currículo fosse analisado para trabalhar naquela área. Fui aceito e também aceitei a trabalhar por se tratar de um trabalho mais direto com pessoas, entrevistando (como fui informado) que é algo que sempre gostei.Vamos ao que interessa de verdade.Lembro-me de ser encaminhado naquela mesma semana a uma sala onde dois senhores me explicaram tudo o que eu tinha que fazer, e me fizeram jurar sobre a Bandeira Brasileira e a Bíblia Sagrada que meu serviço seria o mais discreto possível, e que nada sairia dali, que não era nem mesmo para comentar com colegas de trabalho sobre o que eu faria.
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Muita papelada antiga nos foi entregue (uma equipe estava formada para tal ocupação). Relatos e mais relatos sobre objetos desconhecidos. Centenas de fitas de gravações com objetos estranhos e fotos de todos os tipos. Descobri ali que a Marinha já trabalhava catalogando isso tudo há décadas, provavelmente desde os anos 60. Vi que havia um intercâmbio de documentos e indícios com alguns setores específicos da Aeronautica. Vi centenas de ofícios encaminhados a altos escalões da Marinha e da Aeronáutica. Comecei a desconfiar que, ao contrário do que eu imaginava, tanto a Marinha quanto a Aeronáutica se importavam exageradamente com OVNIs. Mais do que supunha 99% das pessoas que ali trabalhavam todos os dias. 
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O primeiro caso que me marcou e que li nos relatos foi de um barco de pesca do RN que, ao avistar um OVNI pairando sobre o mar a alguns metros deles, durante o amanhecer, por volta das cinco e meia da manhã, alguns dos pescadores se jogaram ao mar – porque o barco parou instantaneamente de funcionar. O pânico foi geral. Por sorte um barco que vinha dos EUA estava passando perto e também viu o OVNI (que segundo relato dos tripulantes do navio media uns dez metros de comprimento). Segundo o relato que consta com uns 20 nomes, fala de um OVNI negro, silencioso, sem entradas, no formato de um ovo. Parecia ser feito de borracha, segundo dizia o relatório.
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Com a aproximação do cargueiro, o objeto que antes estava parado a uns 3 metros da água, girou em 360 graus e começou a subir girando assim até uns 2 mil metros, e depois mergulhou com  uma velocidade inimaginável e adentrou o mar, sem mesmo mexer com a água, como se ela não se opusesse à entrada. Os pescadores e parte da tripulação do navio viram tudo o que o objeto fez. Isso aconteceu nos anos 60.Outro relato que li da mesma época é de uma esquadrilha de objetos que foram visto sobrevoando o litoral paulista. Centenas de pessoas em Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião viram os objetos (que se deslocavam sobrevoando o mar em baixa velocidade). Contavam de 30 a 50 objetos estranhos, de tamanhos e formatos diversos (alguns apareciam no radar, outros não, de acordo com o relato).
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Alguns barcos de pesca viram, dois navios que passavam na região e também um voo que vinha do nordeste avistou os objetos. Foram vistos também em radares aereos e dos navios. Os banhistas de algumas praias viram o deslocamento incomum. O relato fala que alguns barcos de pesca  sentiram a vibração dos objetos quando eles passaram por cima deles, voando em formação V. Tudo isso ocorreu durante o dia, numa manhã. Outro relato impressionante que li em um dos relatórios (agora não me recordo quando isso ocorreu, mas suponho que tenha sido no final dos anos 70, ou inicio dos anos 80) aconteceu também no litoral norte paulista. Um veleiro particular foi acompanhado por um OVNI do tamanho de um ônibus durante duas horas.
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Imagem meramente ilustrativa

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O OVNI o seguiu como se estivesse velejando com ele, voando suavemente a uns 2 metros da água. As duas pessoas que velejavam, sendo uma delas um comandante aposentado da Marinha,  tiraram cerca de 12 fotos do objeto. Nas fotos eu pude ver que o objeto era como uma noz de cor prateada como o alumínio liquido, a água refletia no objeto e o objeto na água. Havia atrás das fotos algo escrito: analisado e OK. Acredito que já haviam sido analisadas e nada encontraram de montagem. Ainda, segundo o relato, os tripulantes do veleiro faziam a volta e o objeto ainda estava ali, ao lado deles. Apesar de ser de dia, pegaram um farol e ficavam tentando se comunicar com o objeto que de forma alguma respondia, apenas os acompanhavam. Em alguns momentos ouviam um ruído bem fraco como abelhas, mas logo passava. Um deles resolveu atirar com um revolver que tinham a bordo, mas resolveram por medo não fazer nada. Avisaram, por rádio, outros barcos que estavam por perto, mas apenas um deles viu quando o objeto saiu em disparada rumo ao litoral. 

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Até onde me disseram em off, o comandante aposentado teve que ser levado para um hospital em São José dos Campos, onde ficou internado, porque sua pressão subiu tanto que quase enfartou, de tanto medo que sentiu. Segundo os arquivos que li, nos anos 60, outro caso que me chamou atenção foi o relato de alguns marinheiros que estavam em alto mar, numa noite muito escura, por conta de uma tempestade que estava se levantando. O navio em que estavam balançava de um lado para o outro. No meio daquele mar agitado uma “máquina” (sic) surgiu na frente deles, um cilindro em pé, com uma cúpula em formato triangular, toda iluminada, quase do tamanho do navio em que estavam. O capitão assustado pediu para que todos fossem para seus postos, armados para o combate. Mas o objeto, tão iluminado que fazia a noite parecer dia, subiu vagarosamente, sem propulsão nenhuma, em linha reta até penetrar as nuvens. 
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No relatório que se seguiu o capitão do barco garante que o ar vibrava em volta da “máquina” como se estivesse sendo aquecido pela mesma. As luzes eram branca, laranja e avermelhada, num tom de luz que, segundo ele, nunca havia visto antes. O relatório foi arquivado como “desconhecido, com poucas provas.”Um relatório que me deixou de cabelo em pé, foi um que ocorreu no litoral norte da Bahia em que objetos como “bolas de fogo” perseguiam e atacavam pescadores em toda região. Esse relatório é dos anos 60 também. A coisa estava tão fora de controle que alguns pescadores até mesmo foram pescar e não mais foram vistos. Aquilo tudo parecia uma lenda local até que um famoso político e militar, atracado com seu barco numa cidade pesqueira daquela região viu surgiu do mar dezenas de “bolas de fogo” que giravam e dançavam no ar como se fossem “bolhas de sabão.” Algumas delas deram rasantes sobre seu barco algumas vezes, levando-o a crer que essas bolas não eram lendas coisa alguma, mas que existiam e os pescadores da região não estavam mentindo. 
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Por sua vez ele informou um amigo dele da Marinha, que, com um grupo de pessoas, amigos civis e oficiais, passaram três noites “pescando” naquela região. E os mesmos relataram que nas três noites, num céu estrelado as estrelas bailavam no céu e se jogavam sobre eles. Eles estavam vendo dezenas ou talvez centenas dessas bolas voadores, com luz própria, darem volta pelo céu e irem em todas as direções como se fossem em busca de algo. Um dos oficiais pediu até que fossem com uma embarcação maior que tivesse um sonar naquela região para verificar se havia algo submerso naquelas águas. No relatório não diz que tivessem encontrado algo relevante e nem se esse pedido foi acatado. 
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Outro que li e que envolveu a Marinha e a Aeronáutica foi um caso que ocorreu no fim dos anos 70, quando um avião foi escoltado por um OVNI durante duas horas. A pedido da torre, o avião baixou a altitude que pudesse ser visto por um navio da Marinha que estava treinando em alto mar, perto de Fernando de Noronha. A tripulação toda do navio ficou em prontidão para verificar quando o vôo passasse,  e quando ele passou a cerca de dois mil metros de altitude, todos puderam ver um objeto do tamanho de um “avião da vasp” que seguia o avião da Aeronáutica. Todos viram lado a lado as duas aeronaves.
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O piloto e o co-piloto relataram mais tarde que o objeto, em um dado momento posicionou-se a frente deles, alguns quilômetros, em um piscar de olhos, sem que pudessem saber como o objeto teria alcançado tal velocidade e mudado de posição sem que pudessem vê-lo se mover. Após essa atitude do OVNI, o objeto mergulhou vertiginosamente até aparentemente atingir as águas do mar. O navio que estava por perto deslocou até o suposto local onde o objeto mergulhou mas nada encontraram ali. 
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Bom dia, caro Weslem, aqui está o segundo texto, se for muito grande e quiser dividi-lo em dois, fique à vontade. 
Abraço e bom trabalho a você, e que a Verdade prevaleça sempre!!!
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Amigo Secreto” (06 de fevereiro de 2015)
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Continua na terceira parte…

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2 Responses

  1. Silvano disse:

    Ola meus caros amigos; referente ao texto acima, quem acompanha os fenômenos ufológicos a muito tempo, vai lembrar de que quase todos, se não todos os casos citados no texto são fatos ocorridos durante as ultimas décadas, como exemplo cito o ufo que entra na água sem qualquer resistência da mesma, isto ja foi publicado em revista do tema ufológico antes mesmo de existir a internet., sobre o avião da VASP, tbm já publicado a muito tempo. Não estou desacreditando o texto enviado, ms alguns dos fatos narrados não são tão secretos assim, prq são a tempos de domínio publico.

  2. joão marcelo disse:

    muito interessante o relato! parabéns pela matéria! pq não a encaminha para apreciação e publicação da revista ufo? eu conheço consultor da mesma.

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