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EXCLUSIVO: “Funcionário da Marinha” compartilha relatos secretos de OVNIs / OSNIs (*Décima Parte*)

em fevereiro 14 | em Ciência, Contato Imediato, Depoimentos, Mistério, Notícia | por | com 2 Comments

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Imagem meramente ilustrativa

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ATENÇÃO: Se você não leu as partes anteriores, clique abaixo:

Primeira Parte

Segunda Parte

Terceira Parte

Quarta Parte

Quinta Parte

Sexta Parte

Sétima Parte

Oitava Parte

Nona Parte

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Chegou até mim, anonimamente, relatos de um suposto funcionário da Marinha brasileira, o qual teria resolvido compartilhar com a sociedade, histórias de OVNIs/OSNIs alegadamente contidas em documentos oficiais classificados pela Marinha do Brasil. Segundo ele as informações estão em documentos oficiais e são altamente sigilosas.

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ATENÇÃO: Fomos contatados anonimamente, portanto não podemos atestar a autenticidade das informações e nem tampouco conhecemos este informante. Cabe a você leitor analisar os fatos e acreditar ou não. Quem sabe um dia as informações não cheguem até nós de forma aberta e não seja necessário preocuparmos com a segurança de nossas vidas e de nossos familiares, por conta disso…

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NOTA EXTREMAMENTE NECESSÁRIA: As informações contidas nos longos textos desta série não correspondem às ideias do autor deste blog, Weslem, e sim trata-se de informações e opiniões, verdadeiras ou não, de um suposto funcionário da Marinha que nos contatou anonimamente querendo dar seu depoimento. Confio no discernimento de cada leitor em interpretar, à sua maneira, todo o texto divulgado.

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Segue décima parte dos relatos:

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“Após muito tempo preso em uma sala, em meio a papéis amarelos e fedidos, pastas empoeiradas e gavetas cheias de fezes de insetos, fomos levados a campo. Claro, não era esse nosso único ofício. Fazíamos várias outras coisas nada relacionadas a objetos voadores ou submarinos não identificados. Nossa vida não era e não é isso somente dentro da Marinha. Por um tempo, meus colegas de catalogação e eu fomos separados e fizemos coisas muito diversas, longe do campo ufológico. Era como se fosse um tempo para respirar e esquecer tudo o que lemos e vimos. Mas, como esquecer?Eu não andava mais como antes: eu olhava o céu o tempo todo e qualquer objeto estranho eu já parava para analisar. Já vi muita coisa no céu, mas infelizmente identifiquei a todos.

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Imagem meramente ilustrativa

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Nunca vi nada que pudesse criar um relatório (risos!), para minha tristeza. Posso dizer que sou um homem cético. Demorei para acreditar em muita coisa em minha vida e ainda estou a caminho. Eu baseio toda minha experiência de vida apenas na razão e na experiência. Se algo foge desse padrão, que não sei como estabeleci para minha vida, eu já dou um passo atrás e coloco na caixa do “será que é isso mesmo?” O fenômeno ufológico nunca nem havia entrado na caixa da dúvida. Eu já tinha como certo que era só miragem de pessoas sedentas num deserto delirante. Mas eu estava redondamente enganado. A primeira vez que conversei com uma pessoa que vivenciou o contato me fez ter certeza absoluta que não havia mentiras no relato dele. Estávamos em três num escritório da Marinha numa cidade costeira do sudeste (omito o nome de propósito para que não haja ligação com minha pessoa!), o marinheiro estava ali para passar seu relatório.

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Havia mais cinco homens aguardando. Quando entrei na sala, eu o vi do lado de fora fumando compulsivamente. O militar e eu sentamos de um lado da mesa e o marinheiro do outro lado. Brinquei com ele para amenizar a situação e já comecei a escrever o que ele dizia, enquanto um gravador era acionado. Contou-nos emocionado, que duas noites anteriores, estava com os fuzileiros navegando de volta após uma noite de treinamento perto da costa, quando viram uma luz brilhando no meio das águas. Segundo ele, algo como um fogo vermelho saiu das águas e voou ao lado do barco, como se fosse pousar sobre o mesmo. O susto foi tão grande que ele não conseguiu mais dormir direito desde então. Lembro-me de ver o medo estampado em seus olhos e o lábio tremer como se estivesse acontecendo naquele momento.

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Ele nos perguntou o que poderia ser, e o militar respondeu antes de mim, dizendo algo do tipo: pode ser apenas um fenômeno da natureza, algum gás que saiu da profundidade do oceano e se incendiou.O marinho retrucou dizendo que o objeto se moveu como se estivesse sendo governado e mergulhou nas águas novamente. Diante disso, o militar resolveu não responder e pediu para chamar o próximo do grupo. Quando sai, o rapaz estava ainda do lado de fora, fumando, e ao me ver, veio em minha direção, pedindo explicações. Ele dizia que aquilo não era desse mundo; não podia ser algo natural; não tinha explicação aquilo; que tinha ficado com dores no corpo sem explicação alguma; que se sentia fraco, sem energia; que estava com insonia e fobia.

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Tentei tranquilizá-lo, dizendo que a Marinha iria investigar o ocorrido, o que era uma mentira. Ele também não acreditou no que disse, e por fim me fez a pergunta que passei a ouvir com frequência: qual a intenção que a Marinha tem em saber e registrar essas ocorrências? Sinceramente, é uma resposta difícil de obter. O trabalho é feito, mas a quem é levado no final das contas, não sei dizer, e como muitas vezes dizemos lá dentro, é melhor nem ficar sabendo. Quem sabe demais, é mais cobrado.Um oficial do alto escalão veio até nós para contar o que viu enquanto estava com seus homens em alto mar.Segundo ele, por algum motivo os radares de bordo do porta-aviões começou a dar pane, ligando e desligando o tempo todo.

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Imagem ilustrativa

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Técnicos foram chamados para dar uma olhada, mas nada encontravam que pudesse explicar a falha no sistema.Umas duas horas antes da aparição do objeto não identificado, as bússolas magnéticas à bordo começaram a enlouquecer. O capitão estava olhando a bombordo quando um “disco prateado com várias camadas, como cúpulas” surgiu do mar e subiu verticalmente até pairar a uns 500 m. Parte da tripulação foi avisada sobre o intruso, porém nem todos viram o objeto, porque não foi explicado a todos a situação de suposto risco. Com os binóculos puderam ver o formato do objeto e sua aparência. Não identificando o objeto, começaram a ligar a interferência do radar com a visita inesperada.

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A aparição durou uns dez minutos, até que o disco mergulhou no mar e depois de alguns minutos toda a aparelhagem do navio voltou ao normal. O oficial nos disse em tom de brincadeira: “se disco voador existe, eu vi um, e tenho testemunhas.” Segundo ele era realmente um disco como se vê em filmes. Um detalhe interessante que ele contou é que o objeto mantinha sempre uma inclinação de 25 graus, aparentemente. E mais: parecia ser metálico, como o alumínio. O que não consta no relatório, é um soco na mesa que ele deu ao sair e sua ameaça: “se pudéssemos capturar uma dessas máquinas!”

Amigo Secreto, 14 de fevereiro de 2015″
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